07 dezembro 2020

1 ano de Ferrari da costura... | Bolsa para máscara social


"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.!

Carlos Drummond de Andrade

Há um ano atrás, mais ou menos a esta hora, estava eu na Retrosaria Verde-Lima para levantar o meu Ai Jesus da costura! A minha Bernina! :-) :-)
E não podia estar mais contente com ela! :-) :-)
É super silenciosa, em comparação com a outra que a trabalhar parecia um trator.
É muito robusta e resistente, sem ser um mono.
Uma coisa maravilhosa que esta máquina tem é o controlo total dos pontos, ou seja, podemos definir a velocidade a que trabalhamos.
E, maravilha das maravilhas, podemos fazer um ponto de cada vez. Na outra não!
E esta caraterística permitiu-me evitar muitos erros e melhorar, por exemplo, os cantos.
Com o Ferrari não há cá lugar a sobreaquecimento da máquina ao fim de 20 minutos de trabalho, tendo depois de esperar 48horas para voltar ao trabalho.
Com o Ferrari TUDO é personalizável. As opções de trabalho são inúmeras. Há muito por desvendar e experimentar.
Com o Ferrari aventurei-me no patchwork e dei uso às dezenas de retalhos que havia aqui por casa.


 



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24 novembro 2020

Reset time... | Porta-moedas



"Vai ficar tudo bem."

Este ano, mais do que nunca, é importante fazer um reset de fim de ano.
2020 foi, sem margem para dúvidas, o ano mais inesperado de todos os que vivemos.
Quem diria em Janeiro que iríamos viver uma pandemia a nível mundial?
Quem diria que a maioria do ano estaríamos em confinamento?
Quarentena, isolamento profilático, pandemia, confinamento, os números do dia, máscaras sociais, EPI's, etiqueta respiratória, Covid-19, estado de emergência passaram a fazer parte do nosso dia-a-dia.
Conhecemos e aprendemos a viver com uma nova realidade. 
Uma realidade totalmente diferente da que estávamos habituados a viver. 
Uma realidade que nos ensinou muito sobre nós mesmos e sobre os outros.
Uma realidade que coloca tudo em perspetiva.
Uma realidade que nos ensinou na não ter nada como garantido.
Uma realidade que veio mostrar que o mais importante na vida é a saúde.
Sem ela não podemos trabalhar, estudar, viajar, brincar, rir, viver...
Agora que este ano invulgar se aproxima do fim é a altura ideal para fazermos um reset.
Para pararmos e refletirmos sobre tudo o que aconteceu este ano.
E em 2021 sermos a nossa melhor versão!!








 
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09 novembro 2020

Lazy Sunday...| Bolsa para máscara social



Sabem aqueles domingos de chuva, em que não tiramos o pijama e passamos a tarde no sofá a ver filmes e séries?
Eu simplesmente ADORO estes domingos!



A chuva a bater lá fora, a manta nas pernas, um chá com bolachas para o lanche, um filme na televisão e temos o cenário perfeito para uma tarde feliz.
E agora que o outono entra na sua plenitude e se aproxima o inverno a passos largos (com a agravante de estarmos em estado de emergência e obrigação ao recolhimento) perspetivam-se umas quantas tardes assim.
Descanso aliado ao conforto e ao aconchego. 
E que melhor forma do que esta para iniciar a semana?
E assim de uma forma tão simples praticamos o tão falado hygge dinamarquês.






E vocês também são fãs dos lazy sunday's?

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29 outubro 2020

O valor do trabalho dos outros... | Porta-moedas



Confesso que há coisas que simplesmente me transcendem:
Se ninguém gosta de ver o seu trabalho desvalorizado, porque desvalorizam o trabalho dos outros?
Porque não respeitam o trabalho dos outros?
Vejamos um caso muito simples: os varredores de rua.
Passam literalmente o dia a limpar aquilo que nós teimamos em sujar.
E não! Não precisam disso para ter trabalho!
Não precisam do lixo que nós deitamos para o chão para ter trabalho. 
Basta-lhes a Mãe Natureza!
Além disso questiono-me sempre: se em casa colocamos o nosso lixo no local dele, porque não fazemos o mesmo na rua?
Em casa sempre ouvi dizer que não devemos fazer na rua, o que não fazemos em casa.
Outro caso muito típico é o dos artesãos.
Quem faz artesanato ouve regularmente: É muito bonito, mas é muito caro! No chinês encontramos o mesmo e muito mais barato!
No entanto, quem compra esquece-se de vários pormenores:
  1. os materiais e as ferramentas são caros;
  2. o tempo e o carinho que o artesão coloca em cada peça é imenso. Costumamos dizer que de cada vez que vendemos uma peça, vendemos um pedaço do nosso coração;
  3. cada peça é única e diferente. Não há duas peças iguais;
  4. para quem vive só do artesanato há impostos a pagar e o artesão também precisa de comer;
No entanto, no caso do artesão ainda se vê outro problema: os próprios artesãos que não dignificam a sua profissão e a sua arte.
Para igualar os chineses praticam preços inacreditáveis, impossíveis de bater por quem vive do artesanato, dificultando a sua vida.
Apostam em materiais de péssima qualidade e em acabamentos mal feitos e horríveis, que retiram valor aos produtos desvalorizando o artesanato em geral.
Sem terem formação e certificação para tal vendem produtos certificados (por exemplo, o bordado de Castelo Branco é certificado e só quem tem a devida certificação o pode fazer para vender).
O meu pedido para quem faz e para quem compra é: RESPEITEM e VALORIZEM o trabalho dos outros.
Ninguém vos obriga a comprar os nossos trabalhos, mas da mesma forma que no vosso trabalho gostam de ser respeitados, respeitem quem faz e vive do artesanato (e todas as outras profissões porque todas são importantes e fazem falta!!)
 
O artesanato é uma expressão cultural de cada país.
É uma forma de promover e divulgar o nosso país, as nossas tradições, a nossa forma de viver.
Valorizem o que é nosso!!
 
P.S - Para quem faz artesanato mas não é a sua principal fonte de rendimento, na altura de fazer um produto e atribuir-lhe um preço, pense que há quem viva apenas do artesanato. Sejam justos!!
 





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26 outubro 2020

Diz o velho ditado que... | Porta-moedas



"Burro velho não aprende línguas."

… mas eu NÃO concordo!
Na vida, a aprendizagem deve ser permanente e é fundamental.
É importante para a nossa função neurológica, é importante para crescermos enquanto indivíduos e profissionais.
Nas artes a ideia é a mesma. Aprender, aprender, aprender…
A aprendizagem em contexto de aula é fundamental, mas a autoformação é igualmente útil e importante.
São as lições que a vida nos dá, pois é com os erros e os tombos que aprendemos e não com as vitórias.
São os livros que lemos, os filmes que assistimos, as conversas que temos, os passeios e viagens que fazemos, as experiências a que somos expostos…
No caso do artesanato, por exemplo, é uma ida à retrosaria, uma visita a uma feira são excelentes formas de aprender, de trocar experiências e conhecimentos, de nos inspirarmos.
Uma simples conversa com um artesão é uma fonte inesgotável de sabedoria.
Quanto a mim sempre que visito um lugar novo, para além de visitar a biblioteca da terra, de conhecer a sua gastronomia, faço sempre questão de conhecer o artesanato local.
Aprendendo sempre imenso. 
Gosto de conversar e aprender com os artesãos locais. Com quem dedicou a sua vida a fazer e a promover a sua terra pela sua arte.
Simplesmente ADORO!
Aliás grande parte do que sei de artesanato foi adquirido em contexto de autoformação.
Através das leituras que fiz e faço, pela curiosidade que sempre tive sobre o assunto, pelas pessoas com quem me cruzei e que com uma enorme generosidade partilharam o seu saber comigo.




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