10 julho 2019

Middle year... | Capa de agenda A6

 
"Não existe fim para aqueles que acreditam no recomeço."

E assim como quer não quer a coisa chegámos a meio de 2019.
Ainda ontem festejávamos o ano novo e hoje já estamos em julho.
É só impressão minha ou o ano está a passar muito rápido?
As tão desejadas férias aproximam-se a passos largos e com elas o tempo do tão desejado dolce faire niente.
 E não tarda muito estamos novamente a prepararmo-nos para comemorar o Natal e receber um novo ano.



 
In the meantime… ainda temos seis meses de 2019 para viver.
Para aprender.
Para criar memórias.
Para mais tarde recordar.
Hoje durante uma pesquisa na internet deparei-me com o conceito mid-year reset, onde basicamente tiramos umas horas ou até mesmo um dia e avaliamos o nosso ano até ao momento.
Como correu?
O que conseguimos atingir?
O que deixou de fazer sentido?
Esta também é a altura perfeita para preparar o segundo semestre que agora começa.
(Re)definir metas, objetivos, rotinas…
Planear os meses que aí vêm.

E vocês já fizeram o vosso mid-year reset?



**INDISPONÍVEL**

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01 julho 2019

do €uro...| Porta-moedas


 
"The Euro is good for Europe. But only if there is flexibility all around."
Milton Friedman

2002 começava com uma novidade para a maioria dos estados membros da União Europeia: a entrada em circulação de uma nova moeda, o Euro.
Portugal esteve inserido no grupo pioneiro e aos poucos o velhinho escudo saiu de circulação.
Confesso que nunca fui grande fã desta moeda.
1º porque a moeda, assim como a língua, o hino, a gastronomia, a bandeira, são símbolo da nossa portugalidade. Da nossa identidade enquanto povo.
2º no caso português (não sei se nos outros países foi igual), a conversão não foi feita de uma forma propriamente justa. Se não vejamos… quem recebia 100.000$ na moeda antiga passou a receber 500€. ou seja, a conversão foi direta.
Já no custo de vida não foi bem assim: pensemos num simples café que custava 50$00, mas com o euro passou a 0,50€ que na conversão para o escudo corresponde na realidade a 100$00.
Ou seja, um simples café duplicou o seu valor. E quem fala de um café, fala de um pacote de leite, de arroz, 1 Kg de carne.
Tivemos por isso um aumento de custo de vida e uma conversão direta do rendimento auferido pelo nosso trabalho.
Resultado: a vida para os portugueses complicou-se.
Não é assim tão incomum ouvir as pessoas mais antigas dizer que com o escudo poupavam mais do que com o Euro.
E não admira!! O rendimento manteve-se o mesmo, mas o custo de vida duplicou com a entrada da nova moeda.
E nem vamos falar das consequências que a crise trouxe…

 
E vocês gostam mais do escudo ou do euro?
 
**DISPONÍVEL**
 
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