15 janeiro 2021

Zero Waste | Bolsa para máscara social

 


Mais recentemente conhecemos o movimento zero waste e implementamos novas medidas :

* ganhámos o hábito de usar um produto mesmo até ao fim, mesmo que não gostemos nada dele (e se porventura, fizermos alergia procuramos um amigo ou conhecidos que saibamos que vai usar e damos);

*fizemos um profundo destralhe aos nossos pertences que ficámos apenas com o que realmente adoramos e usamos numa base diária. Tudo o que não reunia estas duas condições foi doado a que mais precisa;

* passámos a optar comprar pela qualidade, em vez da quantidade;

* a roupa é utilizada ao máximo e quando deixa de estar em condições de uso deixamos nos contentores da H&M, que a vai reciclar  ainda ganhamos um vale de desconto;

* regressámos ao uso do saco de pão;

* usamos sacos de rede para a fruta e legumes;

* levamos os nossos sacos para as compras;

* recentemente começámos a utilizar shampoo sólido e sabonete sólido para a nossa higiene e estamos convertidas;

* os recipientes de vidro ocuparam o lugar do plástico. 

Mas há muito mais que ainda podemos fazer. 
A pouco e pouco vamos introduzindo pequenos hábitos e mudanças na nossa dinâmica diária e familiar para ajudar a melhorar o planeta onde vivemos.
Todos os dias procuramos contribuir com o nosso grão de areia nesta imensa praia que é o Planeta Terra




E vocês? 
Como ajudam a Mãe-Natureza?

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12 janeiro 2021

3 R's | Bolsa para máscara social

 


Já todos ouvimos falar dos 3 R's, certo?
Reduzir, Reutilizar, Reciclar.

Cá em casa há muitos anos que eles entraram.
Foi ainda na escola que os conhecemos e, claro, quisemos logo implementar em casa.
Apesar de uma certa resistência paterna, hoje em dia já são hábitos enraizados e damos por nós a alertar os outros para fazer o mesmo.
E muitas têm sido as atitudes que temos vindo a adotar para ajudar a Mãe-Natureza e, muitas vezes, nem é preciso gastar dinheiro, como temos poupado bastante:
* fazemos reciclagem:
por exemplo, o contentor dos papéis é um saco de compras de papel que é reutilizado até se desfazer;

* diminuímos o número de produtos de limpeza que utilizamos:
deixamos de ter um produto para cada coisa, procuramos o detergente que mais utilidades por ter;

* há muitos anos que instituímos a prática entre amigos de as prendas oferecidas são "embrulhadas" em sacos de papel que vamos guardando e, na maior parte das vezes, nada têm a ver com o seu conteúdo;

* temos vindo a diminuir a quantidade de produtos de beleza que usamos;
por exemplo, eu consegui arranjar um produto de limpeza que dá para a cara e o corpo e que curiosamente melhorou muito o estado da minha pele;

* as folhas são utilizadas ao seu máximo, inclusive como rascunho;

* em garota usava muita roupa dada pelas colegas da minha mãe, que depois passava para a minha irmã, e se desse ainda ia para mais alguém;

* cá por casa gostamos muito de itens de papelaria, como canetas, blocos, cadernos, mas começámos a perceber que estávamos a deitar dinheiro fora, pois eles acabavam por secar. 
Assim agora apenas temos os itens que mais gostamos e só quando estes acabam é que vamos comprar mais.







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09 janeiro 2021

Cuidar do que é nosso!| Bolsa para máscara social

 


"Se não o fazes em casa, não o faças na rua!"

Antes de mais nada um FELIZ ANO NOVO para todos!!
Que 2021 venha com muita saúde, paz e amor!!

Se dúvidas houvesse que o inverno tinha chegado, este fim-de-semana acabou com elas!
Que frio, meu Deus!!
É o sol que teima em andar escondido, é o vento fresquinho que só ele, são as temperaturas mínimas a rondar os 0º... 
Mas neve em Lisboa que é bom, nada!! (até em Estremoz já nevou, por Deus!!) 
Diz que é a depressão fria Filomena que vem do interior europeu.
Eu digo...
É a Mãe-Natureza a lembrar-nos mais uma vez da nossa fragilidade e da nossa responsabilidade em cuidar diariamente dela.
E que nós teimamos em não fazer!!
Nunca se falou tanto em alterações climáticas, em verões cada vez mais quentes, em invernos cada vez mais frios, em degelo, em escassez de água potável... 
E nunca, como agora, fez tanto sentido falar!
E, no entanto, nunca, como agora, foi tão fácil cuidar dela.
Um gesto tão simples como não deitar o lixo na rua faz toda a diferença! 
E é tão fácil de fazer!
Não faltam nas nossas ruas locais adequados para depositar o lixo, mas cada vez mais se vê as nossas ruas sujas.
É simplesmente VERGONHOSO e revela uma grande FALTA de CIVISMO e EDUCAÇÃO!!
Questiono-me muitas vezes: 
será que as pessoas que deitam lixo na rua, também o fazem em casa?
Tenho para mim que sim, porque, caso contrário, certamente teriam mais respeito pelos outros e colocavam o lixo no lugar certo!
E não venham falar que é preciso arranjar trabalho para os varredores de rua. 
Pessoas, a Mãe- Natureza encarrega-se disso!! 
Não se preocupem!!
A mim sempre me disseram: se não fazes em casa, não o faças na rua!!
O lugar do lixo é no caixote!!
Não custa nada e faz toda a diferença!!




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07 dezembro 2020

1 ano de Ferrari da costura... | Bolsa para máscara social


"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.!

Carlos Drummond de Andrade

Há um ano atrás, mais ou menos a esta hora, estava eu na Retrosaria Verde-Lima para levantar o meu ai Jesus da costura! A minha Bernina! :-) :-)
E não podia estar mais contente com ela! :-) :-)
É super silenciosa, em comparação com a outra que a trabalhar parecia um trator.
É muito robusta e resistente, sem ser um mono.
Uma coisa maravilhosa que esta máquina tem é o controlo total dos pontos, ou seja, podemos definir a velocidade a que trabalhamos.
E, maravilha das maravilhas, podemos fazer um ponto de cada vez. 
Na outra não!
E esta caraterística permitiu-me evitar muitos erros e melhorar, por exemplo, os cantos.
Com o Ferrari não há cá lugar a sobreaquecimento da máquina ao fim de 20 minutos de trabalho, tendo depois de esperar 48horas para voltar ao trabalho.
Com o Ferrari TUDO é personalizável. As opções de trabalho são inúmeras. Há muito por desvendar e experimentar.
Com o Ferrari aventurei-me no patchwork e dei uso às dezenas de retalhos que havia aqui por casa.


 



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24 novembro 2020

Reset time... | Porta-moedas



"Vai ficar tudo bem."

Este ano, mais do que nunca, é importante fazer um reset de fim de ano.
2020 foi sem margem para dúvidas o ano mais inesperado de todos os que vivemos.
Quem diria em Janeiro que iríamos viver uma pandemia a nível mundial?
Quem diria que a maioria do ano estaríamos em confinamento?
Quarentena, isolamento profilático, pandemia, confinamento, os números do dia, máscaras sociais, EPI's, etiqueta respiratória, Covid-19, estado de emergência passaram a fazer parte do nosso dia-a-dia.
Conhecemos e aprendemos a viver com uma nova realidade. 
Uma realidade totalmente diferente da que estávamos habituados a viver. 
Uma realidade que nos ensinou muito sobre nós mesmos e sobre os outros.
Uma realidade que coloca tudo em perspetiva.
Uma realidade que nos ensinou na não ter nada como garantido.
Uma realidade que veio mostrar que o mais importante na vida é a saúde.
Sem ela não podemos trabalhar, estudar, viajar, brincar, rir, viver...
Agora que este ano invulgar se aproxima do fim é a altura ideal para fazermos um reset.
Para pararmos e refletirmos sobre tudo o que aconteceu este ano.
E em 2021 sermos a nossa melhor versão!!








 
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09 novembro 2020

Lazy Sunday...| Bolsa para máscara social



Sabem aqueles domingos de chuva, em que não tiramos o pijama e passamos a tarde no sofá a ver filmes e séries?
Eu simplesmente ADORO estes domingos!



A chuva a bater lá fora, a manta nas pernas, um chá com bolachas para o lanche, um filme na televisão e temos o cenário perfeito para uma tarde feliz.
E agora que o outono entra na sua plenitude e se aproxima o inverno a passos largos (com a agravante de estarmos em estado de emergência e obrigação ao recolhimento) perspetivam-se umas quantas tardes assim.
Descanso aliado ao conforto e ao aconchego. 
E que melhor forma do que esta para iniciar a semana?
E assim de uma forma tão simples praticamos o tão falado hygge dinamarquês.






E vocês também são fãs dos lazy sunday's?

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29 outubro 2020

O valor do trabalho dos outros... | Porta-moedas



Confesso que há coisas que simplesmente me transcendem:
Se ninguém gosta de ver o seu trabalho desvalorizado, porque desvalorizam o trabalho dos outros?
Porque não respeitam o trabalho dos outros?
Vejamos um caso muito simples: os varredores de rua.
Passam literalmente o dia a limpar aquilo que nós teimamos em sujar.
E não! Não precisam disso para ter trabalho!
Não precisam do lixo que nós deitamos para o chão para ter trabalho. 
Basta-lhes a Mãe Natureza!
Além disso questiono-me sempre: se em casa colocamos o nosso lixo no local dele, porque não fazemos o mesmo na rua?
Em casa sempre ouvi dizer que não devemos fazer na rua, o que não fazemos em casa.
Outro caso muito típico é o dos artesãos.
Quem faz artesanato ouve regularmente: É muito bonito, mas é muito caro! No chinês encontramos o mesmo e muito mais barato!
No entanto, quem compra esquece-se de vários pormenores:
  1. os materiais e as ferramentas são caros;
  2. o tempo e o carinho que o artesão coloca em cada peça é imenso. Costumamos dizer que de cada vez que vendemos uma peça, vendemos um pedaço do nosso coração;
  3. cada peça é única e diferente. Não há duas peças iguais;
  4. para quem vive só do artesanato há impostos a pagar e o artesão também precisa de comer;
No entanto, no caso do artesão ainda se vê outro problema: os próprios artesãos que não dignificam a sua profissão e a sua arte.
Para igualar os chineses praticam preços inacreditáveis, impossíveis de bater por quem vive do artesanato, dificultando a sua vida.
Apostam em materiais de péssima qualidade e em acabamentos mal feitos e horríveis, que retiram valor aos produtos desvalorizando o artesanato em geral.
Sem terem formação e certificação para tal vendem produtos certificados (por exemplo, o bordado de Castelo Branco é certificado e só quem tem a devida certificação o pode fazer para vender).
O meu pedido para quem faz e para quem compra é: RESPEITEM e VALORIZEM o trabalho dos outros.
Ninguém vos obriga a comprar os nossos trabalhos, mas da mesma forma que no vosso trabalho gostam de ser respeitados, respeitem quem faz e vive do artesanato (e todas as outras profissões porque todas são importantes e fazem falta!!)
 
O artesanato é uma expressão cultural de cada país.
É uma forma de promover e divulgar o nosso país, as nossas tradições, a nossa forma de viver.
Valorizem o que é nosso!!
 
P.S - Para quem faz artesanato mas não é a sua principal fonte de rendimento, na altura de fazer um produto e atribuir-lhe um preço, pense que há quem viva apenas do artesanato. Sejam justos!!
 





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