27 maio 2018

Como bem comprar numa retrosaria? | ABC da costura


Para quem gosta de costura criativa é (muito!) fácil perder-se numa retrosaria. É fácil passar horas e horas perdida no meio de tecidos, fitas, botões, rendas... a escolher o material certo para aquela encomenda tão especial.
É muito fácil perder tempo e dinheiro. :-D
Quantas vezes não dei já por mim a comprar, comprar, comprar material e depois quando quero fazer uma peça nova falta sempre alguma coisa? Já não têm conta!!
Assim ao longo do tempo tenho vindo a aprender (à custa de muitas asneiras e desperdício!) não só a comprar de uma forma mais consciente, com a aproveitar melhor os materiais que tenho.
E como tenho feito isso?
Tudo começa na preparação da própria ida à retrosaria.
 Actualmente perco um tempo considerável a fazer esboços das peças, a idealiza-las no papel. Perco igualmente muito tempo a "visitar" sites e lojas on-line de retrosarias. Não só para ver o que o mercado tem disponível, como para procurar bons negócios.
Tudo isto porque percebi que se quero poupar tempo e, sobretudo, dinheiro numa retrosaria é fundamental levar comigo um boa lista de compras. Assim a tendência para me dispersar é menor, logo o estrago na carteira também.
Ora, para isto acontecer, nos trabalhos manuais (como no resto da vida!) a organização é tudo!!
E uma ideia clara do que queremos e do que precisamos em conjunto com uma boa lista de compras fazem milagres!!

19 maio 2018

ABC da Costura

Já por aqui referi que eu não sou uma profissional dos lavores.
Sou mais uma autodidata que gosta (muito!) de aprender. Que não diz que não a conhecimento novo, seja ele sobre algo que não saiba, seja para aprofundar um tema que não domino.
No caso dos trabalhos manuais eu estudo para aprender coisas novas e aperfeiçoar o que já sei.
Nesta onda e porque dei comigo a sentir falta de saber mais sobre os termos técnicos, as ferramentas, as técnicas que uso, achei que era altura de parar e dedicar-me a estudar um pouco mais sobre costura.
Aprender o básico dos básicos e sistematizar tudo.
E como este é um blogue de partilhas, vou por aqui partilhar tudo o que for aprendendo.
Ou não fosse este um blogue de partilhas de tudo o que me vai acontecendo no mundo dos lavores. :-D :-D
Partilho a forma como eu faço. Não quer dizer que seja a única e a mais correta de o fazer e muitas vezes não o será!! Partilho a forma que melhor funciona comigo. De uma forma simples, despretensiosa e fácil de fazer.
É o resultado de muitas leituras, muitas tentativas (frustradas!), muitas experiências, de muito material desperdiçado...
Mas esta é uma partilha que tem dois sentidos: eu partilho que vou aprendendo, mas também quero aprender convosco. :-)
Por isso estejam à vontade para usar e abusar da caixa de comentários!!

12 maio 2018

Oficina de ponto cruz

 
Uma das primeiras artes que aprendi a fazer foi o Ponto Cruz.
Aprendi com uma prima e, mais tarde, aperfeiçoei a técnica com uma colega da minha mãe, ela sim uma profissional da coisa. ;-D
Hoje em dia, apesar de não ter um diploma escrito que o certifique, sei identificar e fazer ponto de cruz perfeito e é engraçado que vendo uma peça dou logo conta dos erros, mesmo que os queira ignorar. :-D
É uma arte que me dá particular prazer fazer nos meses de frio.
Porque que me enrolo no sofá, com mantas nas pernas, o trabalho que tenho na altura em mãos de um lado, uma chávena de chá no outro e a televisão como barulho de fundo.
Estas são as minhas tardes de outono/inverno preferidas.
Sendo este um blogue de partilhas lembrei-me de partilhar, aquilo que já alguém partilhou comigo.
O conhecimento e a informação são validados enquanto tal quando são transmitidos e partilhados. :-)
O que aqui vou partilhar é a forma como eu faço. Que resulta melhor para mim. De uma forma simples. Despretensiosa. Fácil.
 Quem sabe alguém não se entusiasma e ganha também esta paixão.
Quem me acompanha?
 
E como este pretende ser um espaço de partilha e só terá sentido se houver contribuições, por isso se tiverem dúvidas, comentários é só usar e abusar da caixa de comentários!!
 

06 maio 2018

Mãe


Conheço a tua força, mãe, e a tua fragilidade.
Uma e outra têm a tua coragem, o teu alento vital.
Estou contigo mãe, no teu sonho permanente na tua esperança incerta
Estou contigo na tua simplicidade e nos teus gestos generosos.
Vejo-te menina e noiva, vejo-te mãe mulher de trabalho
Sempre frágil e forte. Quantos problemas enfrentaste,
Quantas aflições! Sempre uma força te erguia vertical,
sempre o alento da tua fé, o prodigioso alento
a que se chama Deus. Que existe porque tu o amas,
tu o desejas. Deus alimenta-te e inunda a tua fragilidade.
E assim estás no meio do amor como o centro da rosa.
Essa ânsia de amor de toda a tua vida é uma onda incandescente.
Com o teu amor humano e divino
quero fundir o diamante do fogo universal.
António Ramos Rosa