11 novembro 2019

Pandan... # 2 | Porta-moedas



"São precisos dois para dançar o Tango."

Lá diz a velha máxima.
Para um bom pandan, uma coisa é certa, também são precisos dois.
Neste caso uma bolsa para telemóvel e este porta-moedas. ;-)
 Verde, branco e amarelo…
Uma combinação jovem e alegre.
Uma combinação bem ao jeito primaveril. Estação que atravessamos atualmente.
Uma combinação bem atual. Ou não estivessem na moda os cactos e as suculentas.





E este fecho não é a coisa mais adorável?


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07 novembro 2019

Pandan... | Bolsa de telemóvel





Confessem lá: quem não gosta de um bom pandan?
Gaja que é gaja, alinha num volta e meia. :-)

Eu, muitas vezes, uso esta técnica para criar mais interesse num look, que por algum motivo está muito morto.
Para marcar a diferença. Para criar um apontamento, um destaque.
Uma coisa é certa, utilizo-a maioritariamente em acessórios.



medidas aprox. 16x9cm


E se discrição é o nosso nome do meio, então aplicar este truque a objetos de uso diário, mas que estão muitas vezes escondidos na mala é uma excelente dica, como é o caso da bolsa de telemóvel a fazer pandan com o porta-moedas. :-)




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06 novembro 2019

do €uro...| Porta-moedas



"The Euro is good for Europe. But only if there is flexibility all around."
Milton Friedman

2002 começava com uma novidade para a maioria dos estados membros da União Europeia: a entrada em circulação de uma nova moeda, o Euro.
Portugal esteve inserido no grupo pioneiro e aos poucos o velhinho escudo saiu de circulação.
Confesso que nunca fui grande fã desta moeda.
1º porque a moeda, assim como a língua, o hino, a gastronomia, a bandeira, são símbolo da nossa portugalidade. Da nossa identidade enquanto povo.
2º no caso português (não sei se nos outros países foi igual), a conversão não foi feita de uma forma propriamente justa. Se não vejamos… quem recebia 100.000$ na moeda antiga passou a receber 500€. ou seja, a conversão foi direta.
Já no custo de vida não foi bem assim: pensemos num simples café que custava 50$00, mas com o euro passou a 0,50€ que na conversão para o escudo corresponde na realidade a 100$00.
Ou seja, um simples café duplicou o seu valor. E quem fala de um café, fala de um pacote de leite, de arroz, 1 Kg de carne.
Tivemos por isso um aumento de custo de vida e uma conversão direta do rendimento auferido pelo nosso trabalho.
Resultado: a vida para os portugueses complicou-se.
Não é assim tão incomum ouvir as pessoas mais antigas dizer que com o escudo poupavam mais do que com o Euro.
E não admira!! O rendimento manteve-se o mesmo, mas o custo de vida duplicou com a entrada da nova moeda.
E nem vamos falar das consequências que a crise trouxe…


E vocês gostam mais do escudo ou do euro?

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04 novembro 2019

dos telemóveis...| Bolsa para telemóvel



"Não uso telemóvel felizmente. É um vício. Ao contrário do que pensam, as pessoas perdem a capacidade de comunicação."
Manoel de Oliveira.

Eu ainda sou do tempo em que não havia telemóveis.
Para falarmos com alguém usávamos o jurássico telefone.
De deixar recados em papel para os meus pais quando saímos e não os conseguíamos contactar. Para saberem onde andávamos.
Acompanhei, portanto, toda a evolução dos telemóveis e das implicações que eles trouxeram à nossa sociedade.
Se por um lado, concordo com o benefício de estarmos permanentemente contactáveis, por causa das emergências, por outro é frustrante assistir à dependência que se criou em volta de um aparelho tão pequeno.
 



 
É comum hoje em dia vernos as pessoas a entabularem uma conversa via Facebook ou WhatsApp com uma pessoa que está à frente dela. Em vez de levantar os olhos e falar diretamente com ela.
É comum irmos a um restaurante e vermos famílias inteiras a olhar para o telemóvel, mais preocupadas em ver o que se passa nas redes sociais, do que a desfrutar do momento. Do que a criar memórias. Do que aproveitar a família e viver tempo de qualidade com ela.
Concordo, por isso, em pleno com a frase de Manoel da Oliveira.
As pessoas estão a perder a capacidade de comunicar e muito por culpa de um aparelho que, creio, que foi criado com o intuito de ser uma ajuda, mas que o ser humano rapidamente arranjou forma de se tornar um vício e uma dependência.
 
 
Cá por casa já temos telemóvel à alguns anos, mas para todos os elementos da família, sempre foi e é um aparelho utilizado apenas para as emergências.
Vivemos bem sem ele, Basta irmos para a aldeia e o telemóvel já fica completamente esquecido lá para um canto. Volta e meia nem ligado é.
Já eu sou o cúmulo do despreendimento do telemóvel. Não ligo nenhuma mesmo!
Senão vejamos... raramente atendo chamadas, mesmo da família direta (nem sequer o ouço!) e os meus amigos chegam ao cúmulo de ligar para a minha irmã para falar comigo, porque eu não ligo peva ao aparelho. :-D

 
E vocês são dependentes do telemóvel?

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08 outubro 2019

Outono... | Bolsa para telemóvel



"Outono é outra primavera, cada folha uma flor."
Albert Camus

Estação das folhas caídas. É o início da renovação da Mãe Natureza.
É a estação das cores terra, dos castanhos, dos laranja, dos vermelhos…
Estação em que as noites começam a crescer…
Estação das primeiras chuvas…
Estação que antecipa a minha época favorita do ano…
Estação em que se começa a pensar e a preparar o novo ano…
Estação das castanhas, do verão de S. Martinho, do Halloween e do Pão por Deus...






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