16 outubro 2018

Azul da cor do mar | Bolsa para telemóvel



"Nada na vida acontece por acaso."
 
Há pessoas que entram na nossa vida por circunstâncias da vida e que ficam.
A Ângela é uma dessas pessoas.
Apesar de nos conhecermos à pouco tempo, a empatia foi imediata e a forma como ela (e a família) acarinhou este projecto deixou-me sem palavras e muito sensibilizada.
Quando me pediu para lhe fazer uma bolsa nova para o telemóvel dela fiquei-lhe secretamente muito grata. por dois motivos:
  1. reabilitou a minha vontade de costurar (que andava pelas ruas da amargura!);
  2. deu-me a oportunidade de criar algo novo para mim. De sair da minha zona de conforto. E aprender e crescer tanto. Enquanto pessoa e enquanto aspirante a artesã.
E só podia ser assim: quem tão espontaneamente e generosamente acolheu este projecto merecia algo especial.
Ângela, MUITO OBRIGADA por teres acreditado neste projecto, pela oportunidade que me deste para eu sair da minha zona de conforto, para crescer e por teres confiado em mim e no meu trabalho.
 
P. S- e acima de tudo muito obrigada pela paciência!! :-)
 
 
 
 
*INDISPONÍVEL*
 
*PEÇA ÚNICA*
 
Obrigada, Ângela!

07 outubro 2018

Hearts and daises | Bolsa para telemóvel


"A persistência é o caminho do êxito."

Charlie Chaplin estava coberto de razão!!
É a persistência que faz toda a diferença, que nos obriga a ultrapassar obstáculos, a crescer enquanto pessoas, a aprender, a sair da nossa zona de conforto.
Contei por aqui que havia comprado um alicate para aplicação de molas Kam.
E que para grande tristeza minha (gosto muito deste tipo de molas porque são muito resistentes, fortes e dão um acabamento muito bonito aos trabalhos) não me estava a entender com ele.
Pedi inclusive sugestões e ideias para aprender a trabalhar com elas. :-)


 
E hoje, cerca dois anos depois de ter comprado o alicate, depois de umas quantas molas estragadas e outras partidas, material desperdiçado, muita cabeçada na parede, posso finalmente dizer que aprendi a aplicar molas Kam.
:-D :-D :-D
E isto para vos dizer: nunca desistam!!
Vale a pena persistir. Escolham bem as vossas batalhas, (porque algumas não valem mesmo a pena…) e vão à luta.
Eu aprendi a colocar estas molas.
 Levou-me dois anos, mas cheguei lá.
Com empenho, persistência, vontade, muita paciência e muita casmurrice, consegui.
Agora vou poder valorizar os meus trabalhos e ainda cresci enquanto artesã.
Hoje é um dia feliz!!

 
*INDISPONÍVEL*
 
*PEÇA ÚNICA*


29 setembro 2018

Anchor by Coats & Clark | Oficina de ponto cruz

Chegou o Outono e o inverno virá logo a seguir. :-)
Isto significa que se aproximam as tardes de sofá, tv, chá e ponto cruz, ouvindo o vento e a chuva que cai lá fora. 
Já por aqui contei que sou uma fã assumida das linhas DMC para o ponto cruz que tanto gosto, no entanto, confesso que em trabalhos de cores mais pastel prefiro usar as linhas Anchor by Coats & Clark.
Esta linha tem um fio 100% algodão do Egito, suave, natural para bordar. Eu gosto, particularmente, de usar a gama Anchor Mouliné.
Gosto do efeito menos "brilhante" (comparativamente com as linhas DMC) com o trabalho fica, que remete imediatamente para o efeito mate dos tons pastel.
E vocês qual preferem?

22 setembro 2018

sobre a carta de artesão...



 
 
A certificação de uma profissão, seja ela qual for, é sempre algo importante, pois credibiliza não só a profissão, como quem a realiza.
É garantia de qualidade para quem usufrui dela.
Durante visita à FIA 2018 tomei conhecimento da Carta do Artesão e de unidade de produção artesanal.
Esta é uma forma para quem se dedica permanentemente ao artesanato ter o seu trabalho certificado e reconhecido.
Como é óbvio tem de cumprir um conjunto rigoroso de requisitos, mas isso é apenas garantia para quem compra está a comprar algo de qualidade.
É uma garantia de valorização e reconhecimento do que se produz artesanalmente em Portugal.
É, na minha perspetiva, algo muito importante para a valorização do artesanato do nosso país.

15 setembro 2018

Bainhas abertas, uma arte secular... | Pano de mesa



 
Dado o espaço temporal que a bendita toalha levou a fazer (mais aqui!), dado os inúmeros momentos de frustração, cansaço que ela me provocou e dado o facto de eu não ser pessoa de estar parada, houve que ocupar esses momentos "mortos".
E nada melhor que aprender uma arte nova: as bainhas abertas, tão características das beiras.
E assim se passou mais um verão, onde (mais uma vez!) com a ajudas das vizinhas fiz mais um pano de mesa com umas medidas jeitosas.




Como achei que só com as bainhas abertas ficava muito básico, achei por bem complicar (mais uma vez!) a minha vida e juntei um ramo em ponto roto.
 


Posto isto, aos poucos lá vou conseguindo um dos meus objectivos de vida (fazer o máximo possível do meu enxoval, pois quero tudo personalizado a meu gosto… pancadasdas fortes!!), enquanto pelo meio vou levando a minha mãe à loucura.
:-D :-D :-D
 
 









08 setembro 2018

Back to business!!

 
Setembro - [substantivo masculino] - Nono mês do ano.

Setembro chegou!! Sê muito bem-vindo!!
Chegou o mês dos regressos.
Do regresso ao trabalho. Do regresso à escola. Do regresso às rotinas. Do regresso às listas de afazeres. Do regresso à agenda e aos compromissos.
Chegou o mês dos recomeços.
Chegou o mês em que o outono começa lentamente a entrar nas nossas vidas.
O mês da natureza ganhar tons terra e dos anoiteceres tons laranja e castanho.
Chegou o mês, que depois de um verão nada produtivo (por causa do maldito calor excessivo!), de bater a saudade do ponto cruz, do crochet…
Chegou o meu mês!!
:-)

01 setembro 2018

Olhó buraquinho lindo!! :-) | Pano de mesa

Já por aqui contei que os meus verões de adolescente/jovem adulta foram bastante produtivos. :-)
Foram várias as artes que aprendi a fazer durante esses longos e tórridos dias com as vizinhas lá da aldeia (que muitas as vezes aprendiam-nas durante o inverno nos cursos de bordados à noite, que por lá aconteciam!)
Um desses verões foi passado a aprender o que por lá se chama de ponto roto. :-)






Um ponto muito utilizado em panos de mesa e mais não é um conjunto de pontos (caseado, ponto atrás, ponto pé-de-flor...) combinados que pelo meio tem lá uns buraquitos, que lhe dão toda a graça.
Como é óbvio, aprendi a arte poucos dias antes de regressar a Lisboa (era sempre assim!!) num pedaço de pano dado por uma vizinha e quando regressei tratei de fazer um como deve ser: com cerca de 1,5m de comprimento, ideal para a mesa de jantar cá de casa.
E a minha mãe a deitar as mãos à cabeça!!
:-D :-D :-D