17 outubro 2017

Happy!! | Quadro Decorativo




"It might seem crazy what I am about to say
Sunshine she's here, you can take a break
I'm a hot air balloon that could go to space
With the air, like I don't care, baby, by the way
 
(Because I'm happy)
Clap along if you feel like a room without a roof
(Because I'm happy)
Clap along if you feel like happiness is the truth
(Because I'm happy)
Clap along if you know what happiness is to you
(Because I'm happy)

Clap along if you feel like that's what you wanna do
Here come bad news, talking this and that (Yeah!)
Well, give me all you got, don't hold it back (Yeah!)
Well, I should probably warn ya, I'll be just fine (Yeah!)
No offense to you, don’t waste your time
Here's why..."
 








 
 
 
*DISPONÍVEL*

10 outubro 2017

It's tea time! | Relógio de cozinha

É a segunda bebida mais consumida no mundo depois da água. 
A história do chá começou na China há mais de cinco mil anos e proliferou para os quatro cantos do mundo.
Reza a história que no ano 2737 a.C., o imperador chinês Shen Nung e a sua corte estariam a fazer uma pausa durante uma viagem e, enquanto esperavam que os criados fervessem água para beber (o imperador era muito higiénico!), algumas folhas de um arbusto terão caído dentro da mesma, produzindo um líquido acastanhado.
O imperador, que também era cientista, ficou com a curiosidade aguçada e resolveu experimentar a bebida, que classificou como muito refrescante.
Assim nasceu o chá, que rapidamente conquistou os habitantes desse país e, mais tarde, o resto do mundo.
 
A partir de 1560 que o chá começa a viajar pelo mundo, conquistando uma multiplicidade de culturas e povos. Apesar de Portugal ter sido o primeiro país europeu a consumir chá (trazido do Oriente pelos seus navegadores!), curiosamente foram os holandeses quem primeiro importou o chá da China. Muito em voga na Holanda, o chá depressa circulou para outros países da Europa Ocidental, mantendo-se, no entanto, uma bebida exclusiva dos mais abastados, devido ao seu elevado preço.
Em 1650, os holandeses levaram o chá para o continente americano, mais precisamente para a sua colónia “New Amsterdam” (actual Nova Iorque).
 

Por incrível que pareça, o chá apenas chega a Inglaterra em 1652 e pela mão da portuguesa Catarina de Bragança.
Filha do Rei D. João IV e da Rainha D. Luísa de Gusmão, a princesa portuguesa casa com o Rei Carlos II e apresenta aos ingleses a sua bebida predileta – o chá – que se torna a bebida mais popular na corte e, mais tarde, no resto da classe alta. A Inglaterra fez a sua primeira encomenda de chá (cerca de 50 kg!) à Companhia da Índia Oriental em 1664.



 
Atualmente, o chá continua a deliciar gerações de povos espalhados por todo o mundo, sendo ainda mais popular do que o café!
 No início do século XX, e com a invenção das saquetas de chá nos Estados Unidos, houve uma “revolução pacífica” na forma como esta infusão era consumida. Porém, alguns adeptos do chá continuaram a preferir a sua preparação com recurso a folhas e ervas… caso dos britânicos que apenas adotaram as saquetas na década de 70!
Com sabores para todos os gostos e benefícios ao nível da saúde e do bem-estar geral de quem bebe, o chá das cinco vai, certamente, continuar a fazer história!

 
 
 

*DISPONÍVEL*

05 outubro 2017

A galinha dos ovos d'oiro | Relógio de cozinha

 
 
Doidas, doidas, andam as galinhas
Para pôr o ovo lá no buraquinho
Raspam, raspam, raspam
P'ra alisar a terra
Picam, picam, picam
Para fazer o ninho
 
 


Arrebita a crista o galo vaidoso
Có-có-ró-có-có
Canta refilão
E todo emproado com ar majestoso
É o comandante deste batalhão.
 
 
 
 

 
*DISPONÍVEL*

07 setembro 2017

A casa dos livros | Quadro

An open book is a window into the world...
 
"Uma boa biblioteca não tem de ser grande ou bonita. Não precisa de ter as melhores instalações ou os funcionários mais eficientes ou o maior número de utilizadores. Uma boa biblioteca é útil. Está de tal forma interligada com a vida de uma comunidade que se torna indispensável. Uma boa biblioteca é aquela em que ninguém repara, porque está sempre lá e tem sempre aquilo de que as pessoas precisam."
 
 

 
"...E a biblioteca também não. Podemos não ser o depósito de livros tranquilo e silencioso de outras eras, mas servimos a comunidade melhor do que nunca. Estamos cada vez mais ligados ao mundo lá fora. Podemos encomendar um livro a qualquer hora; fazemos pesquisa com o toque de um botão..."
 
in Dewey, o gato que comoveu o mundo / Vicki Myron com Bret Witter





*DISPONÍVEL*

24 agosto 2017

Happy day!!

No início deste ano criei o projecto Pontinhos mágicos, onde basicamente estipulei um valor por venda que coloco num mealheiro e quando este estiver cheio, abro e com o material que conseguir comprar faço produtos para ofertar a instituições/projectos de solidariedade social (ver mais aqui.)
Foi uma forma que encontrei de ajudar quem mais precisa e dar uma vertente de responsabilidade social a este blogue.
Na altura fiz um post onde inaugurei com pompa e circunstância esta nova fase do blogue.
Mas foi ontem, no regresso a casa depois do trabalho, que tive uma epifania:
já devia ter inaugurado o mealheiro! Estou em falta!
O que acontece é que em 2015 tive algumas vendas, vai daí já deveria haver dinheiro no mealheiro. Assim, hoje tratei de resolver a situação: fui ver quando devia ao mealheiro e tratei de colocar lá o valor.
Para assinalar a ocasião fiz a respetiva reportagem fotográfica que agora partilho…





Aproveito também para deixar o meu AGRADECIMENTO à D. Isilda, à Andreia e ao Pedro, os verdadeiros responsáveis pela inauguração do nosso mealheiro.
MUITO OBRIGADA!!!

16 agosto 2017

Como sustentar este vício?

 
De todas as artes que faço, sem margem para dúvida, que aquela que me fica mais cara é a costura. Quem gosta e se dedica à costura criativa certamente concordará comigo que este pode tornar-se um hobby algo dispendioso.
Tudo porque as retrosarias são verdadeiros paraísos. Visitar uma retrosaria pode ser verdadeiramente problemático. Tudo é bonito (o que dificulta muito a escolha), tudo é ideal para fazer aquela peça tão especial, tudo combina com tudo…
Queremos trazer tudo connosco, porque afinal tudo faz falta.
A variedade e quantidade de materiais disponíveis é tal que a verdade é que costurar pode ser bastante caro.
Quando comecei este blogue criei-o com o objectivo de partilhar aventuras, experiências, de aprender mais sobre o mundo dos lavores. Entretanto, como é óbvio, fui aprendendo novas artes, onde se inclui a costura, e rapidamente percebi que esta arte me podia levar à ruína. Tive de arranjar estratégias para sobreviver. ;-)
Por sugestão de outros comecei então a colocar aqui peças que tinha feito para venda e a alocar os valores que conseguia para a compra de novos materiais.
Mas apesar de não viver da costura, nem dos lavores, não tenho vendas significativas que o sustentem e, tendo outras despesas para fazer face como o meu ordenado, tive de arranjar mais estratégias.
Uma delas foi arranjar um envelope onde ocasionalmente coloco uma notita ou outra que junto e quando tenho uma quantia jeitosa lá vou eu toda contente às compras. Foi assim que comprei esta máquina, por exemplo.
Outra estratégia a que recorro frequentemente são às promoções e descontos. Comprar tecidos em stock off, por exemplo, é uma excelente forma de comprar mais por menos (sendo que isto tem a contrapartida de não comprar os tecidos da coleção em vigor, mas enfim… ).
Sou também bastante receptiva a prendas em forma de material para crafts. ;-)
Assim vou sustentando o meu vício.

E vocês como fazem? Que truques utilizam? Que lojas de material baratinhas recomendam?

02 agosto 2017

Da frustração...


De todas as artes que vou fazendo, o ponto cruz é, sem dúvida, aquele que volta e meia lá me traz alguma frustração. Tudo porque, ao contrário do que acontece com a renda, que ao fim de umas horas vemos trabalho feito, no caso do ponto cruz podemos passar uma tarde inteira de volta dele e acontecer isto…
...antes...
 

...depois...
 
Podem não acreditar, mas é verdade: aqui está o trabalho de uma tarde! Ora digam lá se isso não é frustrante?
Quando temos manchas de cor ao fim de algumas horas vemos trabalho feito, agora quando envolve muitas cores...
Já quando estava a fazer este relógio, me tinha apercebido disso e agora com este projecto pude confirmar. Na altura dei por mim a passar uma tarde inteira de volta de UMA simples abelha. Sim, leram bem: uma simples abelha!!
Isto deriva (mais uma vez!!) do meu lado perfeccionista, que me leva a querer fazer sempre tudo o mais perfeito que consigo. Que me leva a “perder” horas nos detalhes. A fazer tudo com cuidado e amor (e a levar muito tempo a concluir um trabalho!!)  :-)
Mas não sei ser de outra forma! Dá-me um prazer imenso entregar um trabalho que eu sei que está o mais perfeito que eu consigo fazer, que foi feito com toda a dedicação (leve o tempo que levar!) e amor. Mas acima de tudo dá-me um imenso gozo ver a satisfação de quem recebe os meus trabalhos. :-) :-) :-)