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09 janeiro 2019

Tic, Tac, Tic, Tac | Relógio de cozinha


 
"O tempo pergunta ao tempo, quanto tempo o tempo tem. O tempo responde ao tempo que o tempo tem tanto tempo, quanto tempo o tempo tem …."
 
Mãe-fada, numa das últimas idas à terra, achou por bem partir o relógio de cozinha lá de casa (propriedade da tia-fada diga-se de passagem!!)
Quem ficou toda contente com esta situação foi aqui a je. :-D :-D
Isto porque finalmente a minha tia poderia dar uso a uma prenda de Natal de que lhe demos à uns anos.
Assim que a nova chegou a Lisboa tratamos logo de ir emoldurar o relógio (uma aventura que nem vos conto para conseguir ter o dito pronto a tempo do Natal) e quando chegámos à terra foi das primeiras coisas a fazer: coloca-lo no lugar!
E modéstia à parte ficou MESMO giro!! ;-)
A moldura simples acabou por ser o complemento perfeito para o bordado!!




 
**INDISPONÍVEL**
 
**PEÇA ÚNICA**

15 setembro 2018

Bainhas abertas, uma arte secular... | Pano de mesa



 
Dado o espaço temporal que a bendita toalha levou a fazer (mais aqui!), dado os inúmeros momentos de frustração, cansaço que ela me provocou e dado o facto de eu não ser pessoa de estar parada, houve que ocupar esses momentos "mortos".
E nada melhor que aprender uma arte nova: as bainhas abertas, tão características das beiras.
E assim se passou mais um verão, onde (mais uma vez!) com a ajudas das vizinhas fiz mais um pano de mesa com umas medidas jeitosas.




Como achei que só com as bainhas abertas ficava muito básico, achei por bem complicar (mais uma vez!) a minha vida e juntei um ramo em ponto roto.
 


Posto isto, aos poucos lá vou conseguindo um dos meus objectivos de vida (fazer o máximo possível do meu enxoval, pois quero tudo personalizado a meu gosto… pancadasdas fortes!!), enquanto pelo meio vou levando a minha mãe à loucura.
:-D :-D :-D
 
 









01 setembro 2018

Olhó buraquinho lindo!! :-) | Pano de mesa

Já por aqui contei que os meus verões de adolescente/jovem adulta foram bastante produtivos. :-)
Foram várias as artes que aprendi a fazer durante esses longos e tórridos dias com as vizinhas lá da aldeia (que muitas as vezes aprendiam-nas durante o inverno nos cursos de bordados à noite, que por lá aconteciam!)
Um desses verões foi passado a aprender o que por lá se chama de ponto roto. :-)






Um ponto muito utilizado em panos de mesa e mais não é um conjunto de pontos (caseado, ponto atrás, ponto pé-de-flor...) combinados que pelo meio tem lá uns buraquitos, que lhe dão toda a graça.
Como é óbvio, aprendi a arte poucos dias antes de regressar a Lisboa (era sempre assim!!) num pedaço de pano dado por uma vizinha e quando regressei tratei de fazer um como deve ser: com cerca de 1,5m de comprimento, ideal para a mesa de jantar cá de casa.
E a minha mãe a deitar as mãos à cabeça!!
:-D :-D :-D

12 agosto 2018

5 anos depois... | Toalha de mesa

... a luta terminou!!! :-D :-D
Acho que já por aqui referi que depois do crochet, a segunda arte que aprendi a fazer foi o ponto cruz.
Lembro-me que na altura aprendi com uma prima quando passava férias na terra dos meus pais, porque ela aprendera durante o ano lectivo, num curso que davam à noite lá na aldeia.
Como é obvio, quando ela me contou isso tratei logo de "cravar" dinheiro à minha mãe para ir comprar material para poder aprender.
Comecei por fazer um pequeno pano de tabuleiro, cheio de erros. Mas ainda hoje o tenho como recordação do meu primeiro trabalho em ponto cruz.
Mas como eu maluca e ADORO um desafio coloquei na cabeça que tinha de "empregar" o novo conhecimento em algo realmente visível e foi assim que tive a "ideia brilhante" de fazer...


 

... esta toalha em ponto cruz que mede cerca de 2,5cm de comprimento.
É gigantesca!! Mas comigo é tudo ou nada!!
Louca!!! Doida varrida!! foi o que na altura todos me chamaram. Incluindo a minha mãe quando lhe pedi dinheiro para o material e, obviamente, não me deu.
Mas como teimosia é o meu nome do meio, meti na cabeça que havia de a fazer e fiz.
O material foi "cravado" à descarada à minha tia, quando na pausa inter-semestral do primeiro ano da faculdade fui passar o mês de fevereiro com ela e precisava desesperadamente de ter algo para me entreter. :-)
Para a fazer levei 5 anos, com muitos avanços e recuos (o primeiro lado foi feito e desfeito pelo menos 4 vezes), mas que me traz igualmente muitas recordações.


 


 
 
Muitos serões em conjunto com a mana a desfazer o que estava errado, muitas tardes de verão à sombra no quintal dos avós agarrada a ela e a ouvir histórias do antigamente, os vizinhos que sempre perguntavam por ela e queriam ver os avanços...
Mas o que mais recordo destes tempos é que foi com esta toalha que aprendi a fazer o ponto de cruz perfeito, com uma colega da minha mãe, na copa e às escondidas da chefe delas.
É uma toalha enorme que não sei se alguma vez terá uso na minha casa, mas que certamente será daquelas poucas coisas que sempre guardarei, pelas memórias que me traz.
Nos entretantos, vai sendo usada na sala de jantar dos meus pais, onde fica perfeita na mesa de jantar. Tem as medidas ideais para ela.
Mas como não bato bem da cabeça esta toalha enorme tem uma "irmã gémea" em crochet! :-D
Um dia conto-vos essa história…
 
**INDISPONÍVEL**

27 janeiro 2018

Tic tac, tic tac | Relógio de cozinha


Medir o tempo é uma necessidade tão antiga quanto a Humanidade.
Conta-se que nos primórdios o Homem recorria ao sol e a sombras para marcar o tempo. Entretanto, dado a sua inutilidade nocturna, rapidamente o Homem percebeu que teria de recorrer a outros instrumentos para o fazer.
Alguns historiadores afirmam que o primeiro relógio mecânico da história tenha sido criado em 725 a.C e tratava-se de um complexo sistema de engrenagens que utilizava sessenta baldes de água, cada um representando um segundo.
Entretanto, só se tem notícias da criação de instrumento semelhante no final do século XIII. De qualquer forma, podemos dizer que os relógios até então eram bastante limitados e não apresentavam uma boa precisão e eram utilizados apenas na astronomia ou para medir o tempo de atividades específicas.
A Revolução Industrial trouxe uma nova realidade: tornou-se necessária a medição exata das horas de serviço dos trabalhadores.
Assim, em 1830, o físico italiano Giuseppe Zamboni deu uma importante contribuição para a evolução do relógio ao colocar um pêndulo à base de eletricidade para medir as horas. Isto foi o prelúdio para o surgimento dos relógios elétricos, novidade que representou uma verdadeira revolução para o campo relojoeiro.
O primeiro relógio que faz uso de cristais de quartzo para marcar o tempo foi desenvolvido em 1930, nos Estados Unidos.
Contudo, o mesmo possuía dimensões enormes e consumia muita energia.
Tal realidade só mudou a partir do desenvolvimento da eletrônica ao longo do século XX, aspeto que permitiu a criação dos primeiros relógios eletrônicos: pequenos, práticos e económicos.




Atualmente, o relógio é presença obrigatória no nosso dia-a-dia.
Seja porque nos ajuda a ter uma noção mais exata do tempo. Porque nos ajuda a controlá-lo de uma forma mais eficiente Porque nos ajuda a cumprir horários e a chegar a horas. Porque completamenta de forma perfeita o outfit do dia.
Seja porque motivo for, o relógio é essencial hoje em dia.






*INDISPONÍVEL*
Disponível por encomenda

15 novembro 2017

zzzz, sou uma abelha... | Relógio de cozinha

Sabiam que as abelhas...
  • são o único inseto que produz um alimento que é consumido pelo homem;
  • comunicam entre si através de uma espécie de dança;
  • são as abelhas mais experientes que ensinam as mais novas a produzir mel;
  • a única função do zangão é fertilizar a abelha-rainha, ela a verdadeira comandante da colmeia;
  • existe uma forte hierarquia nas colmeias que é profundamente respeitada pelas abelhas


  • conseguem voar a cerca de 20km/hora;
  • uma abelha operária e empenhada pode visitar cerca de 2 mil flores por dia;
  • as abelhas-rainhas vivem entre 2-3 anos;
  • uma abelha-rainha põe cerca de 200 mil ovos por ano:
  • são as fêmeas que possuem os ferrões.



OBRIGADA PELA CONFIANÇA!!!

*INDISPONÍVEL*
**Disponível por encomenda**

09 novembro 2017

Mandamentos do Natal | Quadro Decorativo

 


Está oficialmente aberta a época natalícia por aqui!!!
Eu simplesmente ADORO o Natal!!
O espírito, as luzes, as decorações, os momentos em família, os cheiros e sabores, as cores e tradições...
 Esta é uma época que deve de ser de paz, encontro e harmonia.
Uma época de celebração em família.
Uma época ideal para criar (boas) memórias.
 
 




 

*DISPONÍVEL*

17 outubro 2017

Happy!! | Quadro Decorativo




"It might seem crazy what I am about to say
Sunshine she's here, you can take a break
I'm a hot air balloon that could go to space
With the air, like I don't care, baby, by the way
 
(Because I'm happy)
Clap along if you feel like a room without a roof
(Because I'm happy)
Clap along if you feel like happiness is the truth
(Because I'm happy)
Clap along if you know what happiness is to you
(Because I'm happy)

Clap along if you feel like that's what you wanna do
Here come bad news, talking this and that (Yeah!)
Well, give me all you got, don't hold it back (Yeah!)
Well, I should probably warn ya, I'll be just fine (Yeah!)
No offense to you, don’t waste your time
Here's why..."
 








 
 
 
*DISPONÍVEL*

10 outubro 2017

It's tea time! | Relógio de cozinha

É a segunda bebida mais consumida no mundo depois da água. 
A história do chá começou na China há mais de cinco mil anos e proliferou para os quatro cantos do mundo.
Reza a história que no ano 2737 a.C., o imperador chinês Shen Nung e a sua corte estariam a fazer uma pausa durante uma viagem e, enquanto esperavam que os criados fervessem água para beber (o imperador era muito higiénico!), algumas folhas de um arbusto terão caído dentro da mesma, produzindo um líquido acastanhado.
O imperador, que também era cientista, ficou com a curiosidade aguçada e resolveu experimentar a bebida, que classificou como muito refrescante.
Assim nasceu o chá, que rapidamente conquistou os habitantes desse país e, mais tarde, o resto do mundo.
 
A partir de 1560 que o chá começa a viajar pelo mundo, conquistando uma multiplicidade de culturas e povos. Apesar de Portugal ter sido o primeiro país europeu a consumir chá (trazido do Oriente pelos seus navegadores!), curiosamente foram os holandeses quem primeiro importou o chá da China. Muito em voga na Holanda, o chá depressa circulou para outros países da Europa Ocidental, mantendo-se, no entanto, uma bebida exclusiva dos mais abastados, devido ao seu elevado preço.
Em 1650, os holandeses levaram o chá para o continente americano, mais precisamente para a sua colónia “New Amsterdam” (actual Nova Iorque).
 

Por incrível que pareça, o chá apenas chega a Inglaterra em 1652 e pela mão da portuguesa Catarina de Bragança.
Filha do Rei D. João IV e da Rainha D. Luísa de Gusmão, a princesa portuguesa casa com o Rei Carlos II e apresenta aos ingleses a sua bebida predileta – o chá – que se torna a bebida mais popular na corte e, mais tarde, no resto da classe alta. A Inglaterra fez a sua primeira encomenda de chá (cerca de 50 kg!) à Companhia da Índia Oriental em 1664.



 
Atualmente, o chá continua a deliciar gerações de povos espalhados por todo o mundo, sendo ainda mais popular do que o café!
 No início do século XX, e com a invenção das saquetas de chá nos Estados Unidos, houve uma “revolução pacífica” na forma como esta infusão era consumida. Porém, alguns adeptos do chá continuaram a preferir a sua preparação com recurso a folhas e ervas… caso dos britânicos que apenas adotaram as saquetas na década de 70!
Com sabores para todos os gostos e benefícios ao nível da saúde e do bem-estar geral de quem bebe, o chá das cinco vai, certamente, continuar a fazer história!

 
 
 

*DISPONÍVEL*