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28 março 2026

o descosedor (ou abre-casas)... | Ecobag *julieta*

 

ecobag *julieta*

 Já aqui partilhei que não sou uma profissional do artesanato. Sou uma curiosa. E tudo o que sei é por carolice minha que vou estudando aqui e ali. Isto aliada a uma sede constante de aprender resulta no que por aqui vou partilhando.

Não obstante, volta e meia a minha falta de conhecimento mais formal, leva-me a passar situações algo embaraçosas, tais como em simples conversas com entendidos da áreas que (e bem!) usam os nomes técnicos é ver aqui a je a patinar completamente pois desconhece os mesmos.

Foi o que aconteceu, por exemplo com o descosedor, a quem muita gente também chama de abre-casas.

Ora este pequeno e tão útil utensilio sempre viveu cá em casa e eu sempre me perguntara como se chamava. Para que servia e utilizá-lo eu sabia. Aliás sempre foi um dos melhores melhores amigos dada a minha natural apetência para necessitar de desfazer o que faço. Mas quando precisava dele chamava-lhe aquilo que serve para desmanchar.

Pois bem, descobri o seu nome verdadeiro no dia em que fui buscar o meu Ferrari da costura e já depois de alguns anitos de costura criativa.

No entanto, não descobri só o nome, mas também que ele tem outras utilidades.

Vamos estão conhecê-lo um pouco melhor...



Antes de mais nada devo dizer que com a minha Bernina veio aquele que é sem margem para qualquer dúvida o melhor descosedor de sempre!

Vocês têm o hábito de utilizar esta ferramenta?









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22 março 2026

Será? | Kit *Leitores Felizes*

 


kit *leitores felizes*

Se há frase que as pessoas que fazem artesanato (seja ele qual for) ouvem frequentemente é:

"- É muito caro!"

Mas será que é realmente muito caro?
Será que não estamos a confundir preço com valor?
O preço que se atribui a uma peça mais não é que a soma do material utilizado, o tempo dispendido e a margem de lucro do artesão.

Já o valor é algo que não se pode medir. Depende o critério de cada um.

Muitos comparam o feito à mão com aquilo que se vende no Chinês, por exemplo. 

Mas é algo que não se pode sequer comparar, porque uma peça Mãos de Fada é ...

... uma peça artesanal única e exclusiva, não é produzida em massa;
... uma peça artesanal feita com todo o amor e carinho;
... uma peça artesanal personalizada;
... uma peça artesanal feita com materiais de qualidade e (muito!) resistente (vou este ano pela primeira vez desde que os faço trocar os meus ecobags);
... uma peça artesanal perfeita, na sua imperfeição, onde cada ponto que conta uma história;
... uma peça artesanal que pode ser utilizada no dia a dia, que nos pode ajudar a poupar (quando vivemos um contexto mundial tão complicado!)...

Mas tudo isto requer tempo, paciência, disponibilidade, vontade de aprender, resiliência, gosto pelo feito à mão... Características que nem toda a gente tem.

E, por isso, se não sabe (ou não quer) fazer e vai comprar de quem faz, não coloque preço na peça.
Avalie antes o valor acrescentado que a peça vai trazer à sua vida e valorize e respeite o trabalho que quem faz (certamente também gosta que respeitem e valorizem o seu trabalho!)

Porque se acha que é muito caro, então compre os materiais necessários e coloque mãos à obra. 
Talvez tenha uma surpresa...


capa de livro *amália*



ecobag *juleita*




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*Vendem-se em separado!




15 março 2026

Como não acabar com os dedos todos furados depois de uma sessão de costura?| Ecobag *julieta*

 

ecobag *julieta

Pois que, por aqui, não são raras as vezes que termino uma bela sessão de costura com pensos rápidos nos dedos ou assim, com os alfinetes costurados ao tecido...




Digamos que eu e os alfinetes não temos uma relação lá muito pacífica... :-D :-D :-D

Tal levou-me a pesquisar sobre alfinetes e a forma correta de os utilizar na costura, de forma a evitar tantas picadelas deles.

No meio de tanta pesquisa e tentativas lá encontrei duas formas que, para mim, resultam muito bem.

Se são a forma correta de os colocar ou não, não sei.

Mas sei que funcionam para mim. Que se revelaram as formas mais práticas e funcionais. Que diminuíram, consideravelmente, o número de picadelas de alfinetes. O número de vezes que os ditos eram costurados aos tecidos.

Logo, diminuiu também a necessidade de recorrer a pensos rápidos.

E estas são as duas formas que mais utilizo (vai variando conforme é a peça e o tecido que uso!):


... perpendicular ao tecido... 

E conforme vou costurando com a mão direita vou retirando os alfinetes, sendo que esta forma utilizo muito em peças mais pequenas ou quando quero prender pequenos apontamentos, como a etiqueta.

Esta forma costuma dar-me mais liberdade para costurar mais rápido.





... Ou paralelo ao tecido...

E a esta forma recorro mais em peças maiores, quando tenho mais tecido para prender ou por exemplo uso manta.



Seja como for não nego a utilidade dos ditos, mas que é muito desagradável levar uma picadela, é!

Por isso, sou toda a favor de técnicas e métodos que contribuam para diminuir a utilização de pensos rápidos.

Se souberem de mais alguma, partilhem!!









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08 março 2026

A pousada Cinnamon Spice | Capa de livro *amália*

capa de livro *amália*


Eu gosto MUITO de ler! 

Gosto tanto que levo um livro comigo para todo o lado que tenha de esperar. Nestes momentos dificilmente me verão agarrada ao telemóvel.

É mais certo sacar de meu livro do momento (sempre acompanhado de uma bonita capa de livro feita por mim!) e devorar ali uma série de páginas.









Com um trabalho diário muito exigente, ando numa fase que aproveito a leitura para me desligar da realidade e durante aqueles momentos "viver" a realidade do livro que estou a ler.

Em épocas de mais trabalho gosto, particularmente, de ler aqueles romances leves, de verão, que assim que começamos a ler já sabemos como vai acabar e que acabam sempre bem.

Para mim são ideias para me desligar da loucura diária que é o meu trabalho, atualmente.

E o livro que me acompanha, atualmente, é....





Sinopse:

"Uma rapariga da cidade, apaixonada por café e cheia de energia. Um rapaz faz-tudo, descontraído e com olhos cor de avelã irresistíveis. Será esta a receita para o desastre?! Descubra neste romance totalmente aconchegante e viciante - e tudo na pequena cidade dos seus sonhos!

Viciada em café assumida e crítica gastronómica, Madison convenceu-se de que o seu lugar era em Nova Iorque. Isto até ser chamada de volta à pequena cidade de Maple Falls para recuperar a casa da sua infância, a Pousada Cinnamon Spice. Ela NÃO está ansiosa por reencontrar Zach, o seu ex, que agora é um faz-tudo barbudo e sexy que sabe exatamente como mexer com ela. Mas ela não se vai deixar afetar por distrações… certo?

Zach sente-se frustrado quando se vê frente a frente com a rapariga que lhe roubou o coração - e fugiu. Mas concordou em renovar a pousada da família dela e é um homem de palavra. A última coisa que quer é trabalhar lado a lado com aquela mulher teimosa, irritante e… esbelta e linda de morrer.

As faíscas estão prestes a saltar, mas será que Madison vai mesmo conseguir salvar a Pousada Cinnamon Spice e experimentar uma segunda oportunidade no amor?"


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01 março 2026

Como prender o elástico... | Ecobag *julieta*

 

ecobag *julieta*


Na costura, como em tantas outras artes, há segredos que fazem a diferença.

E há (muitas!) batalhas que se evitam com simples detalhes. E prender um elástico ou fita, sem que ele fuga mais tarde, é uma delas.

Quando comecei a fazer os ecobags *julieta* deparei-me com um problema: cada vez que costurava o elástico que prende o saco dobrado, o malandro fugia. 

Esgaçava todo e quando dava por mim, ainda não tinha terminado a peça e já tinha tecido numa mão e elástico noutra. 

Ficava furiosa!! Tanto trabalho e um sacana de um elástico dava cabo de tudo!

Até que, um dia, resolvi deixar um excedente de elástico acima do tecido e então costurar.




Remédio santo!! Nunca mais o dito escapou!

Deixei de ter elástico esgaçado, separado do tecido e, o melhor de tudo, um acabamento da peça mais perfeito e bonito no final.

E o mesmo deve ser aplicado às fitas decorativas, a qualquer tipo de elástico ou aviamento que tenha alguma tendência para ganhar vida própria e escapar-se. :-D :-D -D

Vocês sabiam deste truque?




Nota: a foto foi tirada antes cortar o excesso, para se perceber bem. Logo a seguir acertei o elástico com o tecido e na peça final não há elástico a mais! :-D










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21 fevereiro 2026

A vila dos tecidos | Capa de livro

*capa de livro amália*


A vila dos tecidos é daquelas histórias que nos prendem logo na primeira página. 

Um romance histórico, mas onde a História apenas existe como pano de fundo e para explicar algumas opções das personagens.

Um romance histórico, onde a História ocupa o terceiro plano. 

Onde a história da família Melzer é o centro de todas as atenções e a forma como Marie se torna um elemento fundamental para a família.

Um romance histórico passado no período que antecede a I Guerra Mundial (pelo menos o 1.º volume!) e que retrata a vida de uma família de bons valores, mas que sabe e rapidamente entende que o dinheiro é algo de bom, mas que não é tudo na vida. 

Neste primeiro volume conhecemos os bastidores desta mansão. As intrigas, as aventuras, as disputas que a Marie enfrenta para ganhar o seu lugar no mundo dos criados, primeiro. E mais tarde na família. 

O que será que nos reserva o segundo volume?
















Sinopse:

"Augsburgo, 1913. A jovem Marie começa a trabalhar na cozinha da impressionante mansão dos Melzer, uma família rica, dona da indústria têxtil da região.
Enquanto Marie, uma rapariga pobre, acabada de sair do orfanato onde cresceu, luta, entre intrigas e disputas, por um lugar entre os criados que a olham com desconfiança; os Melzer aguardam com ansiedade o começo da nova temporada dos bailes de inverno, altura em que a bela Katharina, a filha mais nova, será apresentada à sociedade. Apenas Paul, o herdeiro do império Melzer, parece alheio à azáfama, preferindo a sua vida de estudante em Munique. Até que conhece Marie…

A Vila dos Tecidos é o primeiro volume de uma apaixonante saga familiar, que já conquistou mais de dois milhões e meio de leitores."


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13 fevereiro 2026

A padaria Gingerbread | Capa de Livro

 

*capa de livro amália*

Mais uma leitura aqui de casa!

Neste volume da série ficamos a conhecer a história da Annie Andrews e do seu arquirrival Mac Sullivan.

E quem diria que um amor de escola, se tornaria uma batalha entre dois adultos. E que seria o casamento dos melhores amigos que traria de volta os sentimentos escondidos.

Leitura fácil, leve, com drama e aventura q.b., história simples (e muitos dirão previsível!), mas é a leitura perfeita para nos abstrairmos da nossa vida e realidade. 

Sabem aquelas histórias que lembram aconchego, manta e sofá, chuva lá fora? Esta série de livros é isso mesmo!

E durante o frio e chuvoso Natal de 2025 esta foi a minha companhia. :-D













Sinopse:

"Um ódio de estimação, uma atração incontrolável e o doce sabor de um recomeço.

  As bolachas de Annie Andrews derretem corações. Por isso, seria de pensar que a dona da Padaria Gingerbread teria uma vida amorosa à altura do seu negócio: doce e apimentada. Mas, em vez disso, está obcecada com a raiva antiga que sente pelo irritante e otimista dono do bar de Dream Harbor.

Mac Sullivan tem tudo o que deseja, menos a mulher dos seus sonhos. É mais fácil discutir com Annie do que conseguir aproximar-se dela, mas o casamento de Jeanie e Logan vai obrigá-los a passarem mais tempo juntos. À medida que os flocos de neve caem e a cidade se prepara para o Natal e o grande evento do ano, será que Annie vai perceber que o homem que ela tanto odeia, afinal, pode ser o seu par perfeito?"



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08 fevereiro 2026

A criada | Capa de livro



Volta e meia no mundo literário temos  modas literárias, em que determinado livro se torna (quase) obrigatório ler.

É uma coisa boa, porque leva as pessoas a voltar a ler ou a ler mais. E isso sempre algo bom!

Recentemente, tivemos a moda da Freida McFadden e de A criada. A bem dizer, com a estreia do filme baseado no livro, ainda a estamos a vivê-la. :-D

Pois bem, também eu fui influenciada pela moda e na Feira do Livro do ano passado vim de lá com o livro A criada. Foi aliás a única compra que fiz (palmadinhas nas costas porque me consegui controlar... coisa rara!  :-D :-D).

A verdade é que estava bastante curiosa para ler o livro, mas devo dizer que foi uma desilusão completa!

É o perfeito exemplo do marketing a funcionar.

É uma história sem conteúdo, em que o título conta a história toda do livro. Estava à espera de um thriller cheio de ação, aventura, acontecimentos inesperados, reviravoltas entusiasmantes. 

Mas não... é uma história totalmente previsível.

Há ali um momento que há um pequeno twist na história e ainda pensei que talvez a história ganhasse realmente vida e se tornasse interessante. Mas não. Rapidamente regressou ao registo inicial.

Resultado: perdi completamente o interesse na escrita da autora. Nem sequer tenho vontade de ler outros livros ou mesmo assistir ao filme, porque se for como costuma ser (que o filme fica aquém do livro), então o filme deve ser fraquíssimo.

Sei que a febre Freida McFadden veio para ficar e que os fãs crescem de dia para dia. E ainda bem, sobretudo, se isso significar que as pessoas estão a ler e não estão agarradas ao um telemóvel.

Mas eu não fiquei fã da autora!

Sinopse:

"Por trás de cada porta, ela consegue ver tudo.

«Bem-vinda à família», diz Nina Winchester enquanto me cumprimenta com a sua mão elegante e bem cuidada. Sorrio educadamente e olho para o longo corredor de mármore.

Este emprego caiu-me do céu. Talvez seja a minha última oportunidade para mudar de vida. E o melhor de tudo é que aqui ninguém sabe nada acerca do meu passado. Posso esconder-me e fingir ser aquilo que eu quiser. Infelizmente, não tardo a descobrir que os segredos dos Winchester são muito mais perigosos do que os meus…

Todos os dias limpo a bela casa dos Winchester de cima a baixo, vou buscar a filha deles à escola e cozinho uma deliciosa refeição para toda a família antes de subir e comer sozinha no meu quarto minúsculo no sótão.

Tento ignorar a forma como Nina gera o caos só para me ver limpar. Como conta histórias inverosímeis sobre a filha. E como o seu marido, Andrew, parece cada dia mais destroçado. Quando o vejo, e àqueles belos olhos castanhos tão tristes, é difícil não me imaginar no lugar de Nina. Com o marido perfeito, a roupa chique, o carro de luxo. Um dia, experimentei um dos seus vestidos só para ver como me ficava. Mas ela percebeu... e foi aí que descobri porque é que a porta do meu quarto só trancava pelo lado de fora...

Se sair desta casa, será algemada.
Devia ter fugido enquanto podia. Agora, a minha oportunidade desapareceu. Agora que os polícias estão na casa e descobriram o que está no andar de cima, não há volta atrás.
Estão a cerca de cinco segundos de me ler os direitos. Não sei muito bem porque não o fizeram ainda. Talvez esperem induzir-me a dizer-lhes algo que não devia.
Boa sorte com isso.

O polícia com o cabelo preto raiado de grisalho está sentado ao meu lado no sofá. Muda a posição do seu corpo entroncado sobre o cabedal italiano cor de caramelo queimado. Pergunto-me que tipo de sofá terá em casa. Não um, certamente, com um preço de cinco dígitos como este. Provavelmente de uma cor foleira como laranja, coberto de pelo de animais de estimação e com mais do que um rasgão nas costuras. Pergunto-me se estará a pensar no seu sofá em casa e a desejar ter um como este.Ou, mais provavelmente, está a pensar no cadáver lá em cima no sótão."


*capa de livro amália*









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